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Moçambique: casamentos prematuros causam aumento de desistências escolares

Apesar da implementação de polÁ­ticas visando promover e manter a rapariga na educação, o quadro de desistência escolar da rapariga afigura-se ainda sombrio nas provÁ­ncias de Gaza e Inhambane, sendo uma das principais razÁµes apontadas para a manutenção do fenómeno os casamentos prematuros.

As raparigas são retiradas das escolas pelos seus pais e encarregados de educação e forçadas a casar com mineiros em troca de valores monetÁ¡rios, bens e cabeças de gado bovino para o pagamento de lobolo. Dados das direcçÁµes provinciais de educação e cultura de Gaza e Inhambane mostram que o fenómeno acontece com frequência nos distritos localizados no interior das duas provÁ­ncias

As mulheres e a paz: uma história das ausências

Mas o que fica perscrutando os vÁ¡rios artigos escritos sobre a participação polÁ­tica da mulher é que ela não existe nos processos de edificação da paz. Talvez a sua não existência nos processos de edificação da paz se deva ao facto de que para os tomadores de decisÁµes ela não “existeÀ.

Moçambique: Uma reflexão sobre Género e Economia

Empoderamento, economia, género

África Austral: Onde estÁ¡ o homem

Envolvimento do homem, género, SADC

África Austral: apelo para a adopção da Adenda sobre género e mudanças climÁ¡ticas

Aliança, Adenda sobre mudanças climÁ¡ticas, Fórum Mulher, Cimeira da SADC

Moçambique: Descriminada no mercado laboral por estar grÁ¡vida

Alguns empregadores continuam a insistir com o pensamento sexista de que o lugar da mulher é na cozinha. Considere o caso de Dalila Samate*: por pouco perdia o emprego por estar grÁ¡vida.

Samate disse ter sofrido discriminação no trabalho por ter engravidado no decurso de um contrato de seis meses, com possibilidade de renovar para indeterminado.

Moçambique: Vantagens da descriminalização do aborto

A provÁ¡vel descriminalização do aborto inseguro estÁ¡ a suscitar acesos debates na sociedade moçambicana. Os debates podem influenciar na tomada de decisão da Assembleia da República que se vai reunir nos próximos meses para aprovar o novo Código Penal, que, entre outras, aborda a problemÁ¡tica de aborto inseguro.

Moçambique: Para quando coveiras?

O espaço laboral foi desde o inÁ­cio visto como um espaço masculino. Porém, com o advento da Revolução Industrial as mulheres começam a “invadi-loÀ e a transformar por completo as relaçÁµes sociais.

Segue-se daÁ­ que a mulher começa a fazer trabalhos que antes se afiguravam ser da provÁ­ncia masculina À“ o único senão é que a empregabilidade da mulher era mais no sentido de se ter uma mão-de-obra barata visto que se pagava menos Á  mulher do que ao homem pelo mesmo trabalho, o que ainda se verifica, não sendo, por isso, uma questão de direito ao trabalho mas sim de conveniência, visando maximizar os lucros.

Moçambique: Banca trata mulheres como enteadas

Apesar de vÁ¡rios estudos indicarem que mais mulheres do que homens pagam os créditos e juros dentro dos prazos, hÁ¡ evidências de que os bancos moçambicanos continuam a trata-las como “enteadasÀ no acesso ao crédito.

Protocolo de Genero da SADC Barometro 2012

Protocolo de Genero da SADC Barometro 2012

O poder da mulher invadiu a cena da África Austral de uma maneira visÁ­vel em 2012. Primeiro, Joyce Banda inesperadamente assumiu o posto de primeira Presidente mulher do Malawi, e a primeira mulher Chefe de Estado da SADC, em Abril. Depois a antiga Ministra dos Assuntos Internos da África do Sul, Nkosozana Dlamini-Zuma, percorreu o seu caminho passando por vÁ¡rias barreiras para se tornar na primeira mulher a presidir a Comissão da União Africana depois de uma renhida batalha em Julho.