Business Unusual

The Safe Haven Halfway Home – Mauritius

The Halfway Home is a temporary shelter for teenage girls who are homeless due to abuse and rejection from family members. The Home welcomes residents coming from the Rehabilitation Youth Centre (RYC) in Mauritius and other children shelters. Reaching the age of 18, these teenage girls are no longer under the responsibility of the Gender […]

Changing Lives – Stories of Safe Haven Halfway Home Residents

Below are the stories of our residents : Dola* our first resident is 18 years old originally from Terre Rouge. At 13 she started smoking synthetic drugs and ran away from her home. She was locked in the Rehabilitation Youth Centre (RYC) (children prison), for one year and as soon as she got out, she […]

Equal pay for work of equal value

Equal pay for work of equal value

Johannesburg, 26 April : As the world celebrate International Workers Day on May 1 , the SADC Gender Protocol Alliance joins UN Women in calling for accelerated action in closing the gender pay gap. Worldwide, women only make 77 cents for every dollar earned by men. As a result, there’s a lifetime of income inequality […]

April 26, 2017 Themes: Business Unusual Programs: SADC Gender Protocol & Alliance

GL Emerging entrepreneurs to market NetOne products

NetOne one of the leading mobile operators in Zimbabwe will engage Gender Links (GL) further through the emerging entrepreneurship programme. This support will entail training of women to become NetOne agents.

O Género e a Exploração Mineira em Moçambique

O Género e a Exploração Mineira em Moçambique

Maputo, 22 de Dezembro: Em Moçambique, dos novecentos e sessenta e dois tÁ­tulos de pesquisa e prospecção mineira, apenas vinte e cinco são pertenças de mulheres.
Este facto coloca Moçambique numa situação desconfortÁ¡vel em relação aos restantes paÁ­ses da África Austral, em partticular, e do mundo no geral, embora esteja Á  frente do Malawi, da República DemocrÁ¡tica do Congo, Swazilândia e do Zimbabwe.
Entretanto, o Governo moçambicano aprovou, recentemente, a Lei 20/2014, de 18 de Agosto, a Lei de Minas.

Moçambique: “Gosto de fazer trabalhos dos homens”- sentencia Maria Nhapule, mulher de fibra

Moçambique: “Gosto de fazer trabalhos dos homens”- sentencia Maria Nhapule, mulher de fibra

Maputo, 7 de Dezembro: Não se surpreenda quando no posto de vendas de pneus, na Avenida Acordos de Lusaka, em Maputo, dares de caras com uma mulher forte e simpÁ¡tica vestida de macacão de mecânico À“ pois, saiba caro leitor que se trata de Maria Nhapule, a mulher que monta e desmonta pneus de camiÁµes como se de um homem se trata-se.

Maria Nhapule (MN), não tem medo de enfrentar a dura realidade do trabalho braçal no dia-a-dia num estaleiro.

Clotilde SitÁµe : A Maquinista de Comboios

Destacar o papel da mulher no novo rumo da empresa é uma das grandes apostas dos Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM), em prol do desenvolvimento humano. Clotilde Maita, de 30 anos de idade estÁ¡ entre as três jovens maquinistas dos CFM, na hora de abrir as suas portas também, para a mulher maquinista, pela primeira vez na sua história. E para perceber o dia-a-dia da Clotilde, a maquinista convidamos desde jÁ¡ a nossa/o leitora/o a acompanhar a grande-entrevista.

Southern Africa: Economic inequality fuels gender violence

Southern Africa: Economic inequality fuels gender violence

Johannesburg, 26 November: Each year as we commemorate Sixteen Days of Activism against gender violence, the most common question asked is, “How do we curb violence against women?” Of course there is no one single simple solution to this pandemic, but one of the key solutions is economic independence. When women are uneducated and financially dependent, they are less able to escape abuse and negotiate all aspects of their lives.

Les «fanico »: ces lavandières qui gagnent «proprement » leur vie en Côte d’Ivoire

Les  «fanico »: ces lavandières qui gagnent  «proprement  » leur vie en Côte d’Ivoire

En Côte d’Ivoire, des femmes luttent contre la pauvreté et le chômage chronique en se faisant «fanico », c’est-Á -dire lavandières. C’est ainsi que depuis de longues années, elles gagnent littéralement «proprement » leur vie. Leur courage et leur débrouillardise sont Á  saluer car elles sont nombreuses Á  faire du porte-Á -porte pour faire la lessive Á  domicile et offrir leurs services aux clients.

RDC: Une vendeuse d’eau Á  vélo qui étonne Á  Goma!

RDC: Une vendeuse d’eau Á  vélo qui étonne Á  Goma!

L’eau, denrée vitale, est presque inaccessible dans la ville de Goma, capitale du Nord-Kivu, une des provinces Á  l’Est de la République Démocratique du Congo. Comme la collecte de l’eau repose sur les épaules des femmes, ce sont elles ou parfois leurs enfants, qui parcourent de longues distances Á  pied pour s’en procurer. Si jusqu’ici Á  Goma, certains hommes flairant un bon filon, transportent de l’eau Á  vélo pour la vendre Á  la criée et en faisant du porte Á  porte, une femme a décidé de leur emboîter le pas. Il s’agit de Louise Masika qui est l’unique femme Á  exercer l’activité de porteuse d’eau dans la ville, suscitant l’admiration partout où elle passe.